A eterna busca pela satisfação é uma clara síndrome de deficiência em constante busca pelos desejos intermináveis delineando um elemento inseparável de qualquer indivíduo, talvez está seja a melhor definição de ser vivos para os entes, buscar algo... que é a manutenção da própria vida. Na complexidade da individualização humana, o homem conseguiu transmutar tal natureza à demais elementos caracterizando-se principalmente pela sua natureza existencial nas mais variadas formas. Tal natureza provinda de um extinto tão simples que é a própria manutenção, provem como uma forma de bloqueio à própria vontade em si, logo: Como posso ser tão simples se faço parte de uma grandiosidade?
Porém toda a unidade ? neste caso a própria grandiosidade - é formada de elementos, a diversidade que a compõe são demais seres que tem em si a vontade de manutenção complicada por uma mente 'metafísica' (não no sentido original) quando em ócio. 'Metafísica' por não se basear em extintos reais (extintos no sentido de vontade inspiradora), por exemplo, o desejo pela comida ou conforto, mas dissimulados pelo próprio ser em um 'desejo espelho':
Desejo me refrescar: O Zé tem uma piscina na casa, desejo ser como o Zé e ter uma casa com piscina, apesar do extinto ser simples, se refrescar, apenas uma materialização pode sacia-lo e por mais que o extinto se extinga o ente continuará buscando ter uma casa com piscina, chegando a um extremo de dependência àquilo.
Tal desejo inspira-se em idealizações platônicas, pelo ente espelhado ser formado como a uma espécie de modelo-unidade.
Fatos mais corriqueiros porem levados à 'serio' por cada indivíduo é o ajustamento a sociedade:
Onde posso me encaixar neste sistema ao qual pertenço?
Onde posso contribuir?
Qual a minha área?
Em que momento chegamos pelo qual manter a sociedade é mais importante que manter o indivíduo?
Temos demasiado ocupações, tais quais: advogados, engenheiros, administradores, arquitetos, filósofos (os quais todos julgam ser), etc...
No entanto, tais não podem compreender um extinto maternal o qual manter-se, pois exerce-lo em sociedade, apesar de atualmente JULGADO como a realidade, é completamente surreal, como não sabemos plantar, criar, cultivar, colher, pescar, abater, etc.. Tais respostas são facilmente estabelecidas pelo próprio termo que julgo emitente a qualquer ente, manter-se. Porém o Homem buscando o eterno prazer no sintoma de saciar aos desejos desenvolveu uma frase cultural em seu 'mundo globalizado' (sentido mediocremente usual): Desejo uma vida melhor. A grande façanha de tal frase é a palavra melhor, pois seu sentido é claramente subjetivo, assim como: bem, mal, bom, mau, gostar, piorar, etc.. Logo melhor mostra-se como um critério constante, mas que a fundo é insaciável, extintivo, porém dissimulado por 'desejo espelho' e complicado por idealizações platônicas que não reagem aos sentidos que dão a base a realidade individual.
Isso me faz lembrar de um signo que me traz desconforto, o qual: a base de nossa sociedade atual são palavras de cunho subjetivo, que é uma ação natural a qualquer comunidade, mas à uma teia global que envolve à Todos mostrando-se como uma imagem de rocha é no mínimo assustador, assim como o futuro que naturalmente eu diria certo, mas no entanto, alguns demonstram uma certa resistência no dia a dia, e não no grito, que me dividem em um descrer e um observar. Naturalmente eu diria que a vida em sociedade ultrapassou o outro lado da essência, que simbologicamente demonstraria a Mãe. Como já fora constatado, o Homem É um animal social. Os comerciais de tv costumam dizer que este é o lado humano do Homem, típico da tv... Temos algumas palavras de cunho subjetivo que definem rumos desta essência, a qual a mais utilizada é amor, talvez de tão utilizada ninguém mais saiba o extinto que a manifeste, é confundida com a paixão, mas na paixão existe um laço de fúria digno de manter-se. Enfim, este extinto mamífero de preservação grupal é o que nos permite viver aglomerados como poucas espécies o conseguem e que gera uma espécie de ?desconforto-espelho?. Uma espécie de busca natural por equilíbrio idealizado, visto que este, o equilíbrio, é uma visão Uniforme do mundo: se há grande quantidade de moscas, cresce a quantidade de aranhas, que, por conseguinte, cresce a quantidade de cobras e gaviões, uma espécie de causa e efeito, que na verdade é uma relação de decorrência (por um evento ocorrer, outro tem condições de acontecer e não para isso acontecer aquilo tem que acontecer, indício que a lógica percorre, mas como a natureza pode obedecer as leis da lógica se a metafísica é uma invenção humana?). Uma visão de razão obscura do extinto universal,uma forma de culto ao 0, o homem utilizando a razão sobrepõe à seu extinto natural buscando uma forma de meio termo, negação ao extinto como ser vivo à busca de vivencia em grupo.
Assim se apresenta o Homem, como um ser dúbio de essência tem por um lado a manifestação de manter-se, mas por outro a necessidade de preservação grupal e a consciência disto. No entanto cultuamos o extinto primordial por excelência: Serei salvo no reino dos céus, Vou-me embora para Parságada, lá sim serei feliz.
Assim é a vida um fluxo perpétuo e constante, muitos filósofos dissertaram sobre um caminho da salvação, me desculpe Nietzsche, mas... também (3 fases, o camelo, o leão e a criança, o leão tem o dom de isolar-se e a criança de criar. A criação é a única salvação...) A vida é uma continuação eterna, pois tudo é aquilo que fazemos nela e a eternidade é sua duração. È uma espécie de suspiro pela qual a maior oportunidade é aprender a suspirar novamente inalando e espirando com prazeres provindos nestes atos, substituídos por novos signos e não gravados na eternidade, pois esta acaba junto com o eu, sempre direi que tudo é aquilo que acredito ser, se minha base é subjetiva, não tenho problema em observar que a repetição de elementos demonstra uma tendência, assim são criadas as minhas verdades e posso dizer, não tenho fé, só acredito vivenciando (ver é apenas um dos sentidos, a vivencia é o único meio de absorção, e só pode acontecer por meio do tempo de abertura que disponibilizo).
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