O Eu é tudo ate se deparar com consciência-coletiva que o limita e poda em um ser estético longe de suas potencialidades e desmembrado.
Na busca por combater os demônios; descobri que o verdadeiro demônio é a idéia; explico: ao combater ditos demônios há uma ação de auto-anulação por uma imagem criada pelo Eu ao confrontar-se com consciência-coletiva. Os ditos demônios são potências do Eu que podem (poder) ser compreendidas e conciliadas, re-absorvidas:
Eu sou um animal;
Eu sou um vegetal;
Eu sou uma pedra;
Eu sou um gênio; e,
Eu sou uma besta.
Eu sou potência em mutação.
Apenas não sou aquilo que gostaria de ser; seria nada.
Nem, tampouco, aquilo que deveria ser; seria nada.
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