Delírios de um Ditador

não sei dizer o que é e o que não é, as coisas tomam seu proprio rumo se a induzi-la estarei embriagado em demasia.

14.2.06

chaves ao desespero

O que poderia ser mais dramático que a objetividade retilinea expressa nas mais belas subjetividades?

o ser inventor das palavras sabe.

"Eu" emprega amor, justiça, beleza, bem, mal, evolução, enfim inúmeros termos com relevância matemática material à instintos/tendencias/impulsos infinitos como uma ocasião, como um poder/possibilidade que "Eu" atribui.

De certo, caso não existisse, não conseguiriamos expressar de uma forma tão abrangente/específico nos bastando a dimensão das imagens e suas riquezas, mas o questionamento vêm da perda do valor das palavras pela diversidade de atribuição à elas desdenhando o surgimento de novas.

p.ex. cultura, perigoso? cultura vem adquirindo uma posição em relação ao conhecimento, logo o meu hd é um ente culto?

Seria conhecimento se estivesse em um contexto de adquirir informações sobre os hábitos de determinado povoado/região, assim em pouco tempo (se não estiver) a palavra cultura estará tão morta quanto a palavra amor está com tantos aspectos que impossível saber o que o autor da frase deseja exprimir podendo ser paixão, compaixão, desejo, determinação, instinto/tendencia/impulso, etc - muitos ao mesmo tempo, individualizados.

Enfim o drama das palavras é a limitação da forma de expressar que o autor pretende em função do curto vocabulário que nos limitamos, no entanto, temos a arte, mas a era da tv e computador empurram a um estado de passividade e coolness.