O que poderia ser mais dramático que a objetividade retilinea expressa nas mais belas subjetividades?
Só o ser inventor das palavras sabe.
"Eu" emprega amor, justiça, beleza, bem, mal, evolução, enfim inúmeros termos com relevância matemática material à instintos/tendencias/impulsos infinitos como uma ocasião, como um poder/possibilidade que "Eu" atribui.
De certo, caso não existisse, não conseguiriamos expressar de uma forma tão abrangente/específico nos bastando a dimensão das imagens e suas riquezas, mas o questionamento vêm da perda do valor das palavras pela diversidade de atribuição à elas desdenhando o surgimento de novas.
p.ex. cultura, perigoso? cultura vem adquirindo uma posição em relação ao conhecimento, logo o meu hd é um ente culto?
Seria conhecimento se estivesse em um contexto de adquirir informações sobre os hábitos de determinado povoado/região, assim em pouco tempo (se já não estiver) a palavra cultura estará tão morta quanto a palavra amor está com tantos aspectos que impossível saber o que o autor da frase deseja exprimir podendo ser paixão, compaixão, desejo, determinação, instinto/tendencia/impulso, etc - muitos ao mesmo tempo, individualizados.
Enfim o drama das palavras é a limitação da forma de expressar que o autor pretende em função do curto vocabulário que nos limitamos, no entanto, temos a arte, mas a era da tv e computador empurram a um estado de passividade e coolness.
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