A totalidade geradora da unidade; diz-se verdade pela contradição do perecimento, ou seja, se a vida nasce, reproduz e morre isto ocorre devido a fatores imortais (por que não deuses):
Nascimento;
Reprodução; e,
Morte.
Em um pensamento de vida esta trindade formaria o total Vida. Assim a vida se desdobraria em três e cada um dos três se desdobra em mais e mais que formam um universo único, o indivíduo.
O indivíduo detém algo único a Individualidade que apesar de estar restrita a trindade como meio físico detém de potências que estão no contexto vida, mas também não estão.
Podem vir e sair sob formas de expressão, de comunicação, de entendimento, de sintonia.
A sintonia fugiria do contexto Vida, pois apesar de pertencer ao ser vivo é uma entidade própria, talvez por ser uma potência da individualidade que cada um pode exercer e não uma regra da vida, talvez pertença ao contexto vida, que participe e saia para outro contexto.
Não importa. Importa que estes fatores imortais a fundo; apenas serão imortais enquanto existir a vida, caso a vida deixe de existir, não haverá mais Nascimento, Reprodução e Morte, assim, mesmo o que entendemos como atemporal, é temporal demonstrando um perecimento e a inexistência da unidade. Pois a unidade é uma condição, um estado e não uma permanência.
Passado isto, se Eu é tudo que sabemos ser, por que não acreditar que Eu seja uma unidade E uma diversidade, a final o que sou Eu (não sei se o que é adequado)?
Sou aquilo que acredito ser.
Como assim?
Sou o que venho aprendendo a estar: dedos, mão, pés, cabelo, reflexo, etc... isto me aparenta como uma unidade, apesar de também reconhecer como uma diversidade.
Caso amanhã venha a perder uma perna, passarei a tentar aprender que minha unidade sofreu uma mudança, apesar de reconhecer que a diversidade alterou, reconhecer que a unidade alterou é mais difícil.
Simplificando quero dizer que Heráclito E Parmênides estavam certos, assim como errados, bem como todos os outros, nós e todos que virão, pois a unidade e a diversidade são uma coisa só.
Quanto ao OU continuará existindo por uma questão bi-dimensional, quando se diz ?casa?, apesar de cada um associar a seu aspecto subjetivo as imagens que cada um tem como si e mutante-> formando palavra num contexto lógico de formular uma frase; ou passa a idéia vamos dizer ?positiva?, ou passa a idéia ?negativa?, por isso bi-dimensional, ou se esta num contexto, ou não.
Enquanto a linguagem for o principal meio de expressão o OU será o meio mais comum e o entendimento do E será quase impossível de se transmitir.
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