O que poderia considerar como embriaguez ao alheio, trata-se por lucidez ao outro.
Desta forma seria induzido a considerar que a minha lucidez não compartilhada trata-se de embriagues ao outro.
Ao afirmar tal frase constato um certo aspecto de estado de loucura.
Porém, em uma terra de loucos a lucidez reina, ora, possuem como senso comum isto que considero como loucura, mas é tudo o que sabem. Posso considerá-los demasiadamente embriagados, mas para tais; eu estou embriagado. Assim, em terras de loucos o delator é o verdadeiro louco, passando a procurar sua terra, um nômade, ou aceitando seu estado, um preso.
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