Turno da noite, os cães saem ao anoitecer. O reflexo laranja da parede descascada ganha novas tonalidades passando a um azul sóbrio.
Horário reflexivo, os trabalhadores vigoram à bêbados vadios, oportunidades ganham rumo, saem os poetas de seus casulos, os vampiros estão a solta!
Bela escuridão abençoada pelos ventos noturnos, dai-me um pouco de sua moderação. O que preparas como sombrio? Seria o todo a deriva, ou o fúnebre do desconhecido?
Malditas sombras, o que querem? Onde estão? Não, não estão, talvez, são.
Os cachorros latem...
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