Delírios de um Ditador

não sei dizer o que é e o que não é, as coisas tomam seu proprio rumo se a induzi-la estarei embriagado em demasia.

3.3.06

elementos: delineador e desorientador

§1 Sendo enaltecido, sinto prepotência; como entendo disso, como me viro naquilo...
Aquele fala tanto, mas não entende nada e blá, etc e tal. Quão medíocre é isso? Não sei, talvez E provavelmente, faz parte de minha natureza.

Por que esta constância por grau comparativo? Por que são os elementos que impõe as fronteiras?
Creio que este elemento pertence, também, aos indivíduos que estão próximos a mim, bem como, aos meus cachorros.
A pergunta mais clara seria, em qual momento surge o elemento comparativo? (se, mesmo às nuvens de Morfeu sinto tal presença).
Provavelmente, minha estrutura lógica esta embasada em comparar, a quantificação (me refiro a colocar em ordem, "mais números") da comparação tornando a exposição lógica de forma ligeira ao demonstrar; aclamam como inteligência, tal estrutura não me agrada, mas é comum.

Quantificar a comparação é algo almejado, admito, mas o principal intuito é estar sendo reconhecido pelo outrem, mas não qualquer outrem, apenas àqueles que reconheço. Porém, não me basta, caso contrário retornaria ao primeiro parágrafo. Pois há tédio, muito forte cumulado a uma pressão crescente da boca do que chama de boca do estômago, do peito, uma agonia que chamo de querer, mas não sei ao certo se é isto que procura por imagens que não está no grau comparativo quantificado, assim surgem "novas" quantificações exteriorizadas com fulcro em reconhecimento dos reconhecidos, no rumo de caminhos que não constam nas fronteiras.

1 Comments:

At 6:40 AM, Blogger lipão/fê said...

coloque em ritmos, mas nao pense nas medidas, ou pelo menos faca-se nao acreditar na batida do bumbo. vc ira compara-lo com o bantimento cardiaco mas ele (som) nao te compara a nada e vc eh a sendunda caixa acustica dele que nao eh 1, nem 7, nem 4 e eh tambem

 

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