Delírios de um Ditador

não sei dizer o que é e o que não é, as coisas tomam seu proprio rumo se a induzi-la estarei embriagado em demasia.

14.2.06

Mensagem

Vossa Excelência,

De fato, vêm me tirando o sonosemanas uma observação que, sinceramente, relatareis com o intuito de possibilitar à minha visão um canal que se demonstra obscuro.
Como praxe, peço desculpas por estar navegando em mares metafísicos, no entanto, me apoiarei nos mapas deixados por Frederico o Grande, desbravador dos 28 mares como alicerce.
anos o mapeamento que forneceis vem sendo re-imposto, ciclicamente, em complexos estruturais possibilitando a navegação do Eu por estes mares.
No entanto, venho reparando que vosso império não é um monopólio, ao contrário do que demonstra.
Baseio-me à dizer isto no novo ao Eu. O novo ao Eu não é um desejo voluntário, embora não saiba informar quanto ao involuntário, vem me apresentando como uma pedra bruta; uma medida de argila, ou uma folha de papel em branco, ou seja, uma possibilidade ao vosso império de condução à cognição aos Eu..
Perdoai me a falta de clareza, mas me refiro à um impulso que denomino como novo ao Eu que pode devir a ser algo fantástico ou esquecido pelo Eu no âmbito de vosso império.
partições denominativas que são referidas à este impulso, mas não gostaria, sequer, de cita-las por não expressarem o que o Novo ao Eu relaciona.
Na hipótese de novas descobertas, as anunciarei de imediato.

seu humilde servo,
honestamente.
Observador.