Lobotomia incessante é a embriagues da lucides.
Ódio à cultura da beleza.
Ódio à moral Cristã.
Ó eterno cansaço de repetições contínuas.
Ódio à segurança.
Ódio à tendências unitárias.
Interpretações vazias de vivencia.
Ódio à momentos-modelo.
Ódio à descontinuidade na conexão expressiva.
Essa é parte da lobotomia incessante, um complexo de modelos presenciados pela não vivência, acumulados diariamente pela vontade na insatisfação inerente à permanência de estar.
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