O grande parasita
Acordar, comer, dormir. Nada mais, exceto consumir e ser consumido em um eterno vão inescrupuloso desejando o eterno mais como o agente de seu vício. A insensibilidade pelo eterno desejar me visionam, me colocam as conotações que realizo como o agora, ou o ocorrido, ou melhor impõem o sangue em meus olhos direcionando minhas imagens numa terceira perspectiva que acredito conhecer.
O conhecimento, a vastidão do deserto ao meu alcance; o meu estado me faiscam em uma múltipla inutilidade desgastante. Sinto-me cansando, mas nada fiz. Por que dizer não ao nada se a metafísica é tudo que produzimos? A distância diária de um eu, ou de um outro é tamanha que já não reconheço quaisquer forma, meus olhos são inúteis. A curiosidade por meu vão é a única coisa que me sustenta, digo alimenta. O pior, tenho fome!
3 Comments:
lindas orquideas da alma.
o nomadismo não necessita tirar os pés do chão
o entre é onde se produz, porque o estado somente dinamitado pode iniciar certa produção
lírios para uma alma...
à necessidade de se dinamitar! ---> possibilidade de produção.
é, assim esta malhor! heheh
felipe
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